QUIS MINHA FRÁGIL POESIA IR À FONTE


Quis minha frágil poesia ir à fonte
Na qual poetas do passado se inspiraram
E em tal fonte às velhas musas recorri,
Pensando às águas da inspiração beber.

Porém não foram essas águas, mas a brisa,
A qual, suave, meu espírito tocava,
Que a minha arte, embora débil, alimentava.

Que sopro santo, criador, me inspirou,
Que não aquele, divinal, que fez o mundo
E uma centelha do Artista concedeu-me!

Sopro divino venha ao encontro do meu gênio
E ilumina meu interior c’o Belo,
Pois só em Ti brota a verdadeira arte.

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