OSCILO ENTRE A VIRTUDE E O PECADO
Oscilo entre a virtude e o pecado
E ambos, tão fortes, fazem-me ser o que sou.
Não consigo de Deus viver a santidade
Um só dia sem que a carne me derrube.
Por que escravo, se eu busco a liberdade?
Qual força faz-me agir como não quero
E agrilhoa as minhas retas intenções?
Tenho medo, e este temor me acompanha
Dia-a-dia – e o tempo vai passando –,
De findar-se os meus dias nesta terra
Sem que a minha liberdade escravizada
Viva, plena, a alforria no Senhor,
E mi’a alma morra em eterna escravidão.
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