a S.
Tu lamentas, ó amiga, se me aparto
De ti, quando me quero solitário.
Não aprendeste a conhecer a minha alma
E por isso sofres como rejeitada.
Não a rejeito, pois a trago ao coração
E tua alma feminina faz-me bem,
Mas careço de estar a sós comigo,
Pois no silêncio do meu ser eu me renovo.
Posso ser em tua vida como a aragem
Refrescante em dia de intenso calor;
Mas se fechas a janela, a aprisioná-la,
Ela cessa o seu percurso e tua a perdes.
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