a Sophia de Mello Breyner Andresen
De onde te veio, Sophia,
a sabedoria
em palavras firmes e suaves
da tua poesia?
Que musa, por décadas,
tua alma acompanhou?
Agora que não vives como Orfeu,
mas és Eurídice longe de nossos olhos,
remete-me tua musa p’ra eu cantar
em versos o que a Arte me inspirar.
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